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03 May 2011

Metodológia GHP - ( it's real life?)

Ultimamente li algumas coisas sobre uma metodologia muito foda! chamada GHP -Go Horse Process. E que eu traduzi + ou - assim: "Vai mizera, faz aê que tá tudo certo já!!" ou seja: resolve o problema mais rápido do que ligeiro, e os bugs tu resolve à medida em que forem aparecendo.

Segundo cotidianoetecnologia," Para ser um gestor GHP, é muito fácil. Basta planejar e documentar o mínimo possível e ir solucionando os problemas à medida em que forem aparecendo.".

Como eu não tenho o que fazer, e fico lendo muita besteira na internet
(android,java,padrão de projetos, Srum, XP, mulher pelada),
achei um 'outro' exemplo real de GHP muito interessante, e que gostaria de compartilhar com vocês. E deixo-lhes uma frase que tabém significa GHP:

hoje é hoje. Amanhã é amanhã (saldoso mario Jr. )

Boa leitura,


via http://www.advivo.com.br/blog/felipeguerra/go-horse-e-a-copa-do-mundo-de-2014

O Brasil está mesmo em evidência. Além de ser reconhecido como uma das mais importantes economias emergentes,
foi selecionado como país sede dos eventos esportivos mais importantes do planeta – a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos.

Não é de hoje que o nosso país tenta sediar tais competições – o Rio de Janeiro participou da disputa pela condição
de anfitrião dos Jogos Olímpicos por diversas vezes, tendo sido derrotado em todas. Que fator teria alçado o país à condição de relevância em que se encontra hoje? Economia? Infra-estrutura? Publicidade? Não: Go Horse.

Após inúmeras tentativas fracassadas de sediar esses eventos, nos demos conta de que somente através do Go Horse teríamos êxito. Somos um país subdesenvolvido, violento e com uma infra-estrutura parca. Não dispomos de estádios que estejam de acordo com os padrões internacionais. Sendo assim, a solução encontrada foi a Gestão de Escopo Go Horse.

Recapitulemos o que a nossa estupenda metodologia prega com relação à gestão do escopo:

…tem que dizer para o cliente que tudo o que ele quer vai ser entregue no prazo que ele deseja – só assim se ganha a conta. Depois, se dá um jeito pra fazer tudo – basta jogar a bomba no colo da equipe do projeto.

Foi exatamente o que fizemos. Dissemos à FIFA que implementaríamos todas as obras de infra-estrutura que eles queriam, e vencemos a concorrência. Recentemente, foi veiculada a notícia de que o número de cidades-sede da Copa do Mundo de 2014, no Brasil, seria reduzido de 12 para 8. Isto é Go Horse: se dá um jeito no meio do projeto, o importante é ganhar a conta do cliente.

Ser escolhido como país sede da Copa do Mundo e das Olimpíadas era vital para nós, pois será uma oportunidade para aplicar, em sua plenitude, a Gestão de Aquisições Go Horse. Se dependêssemos de Burocratas do PMI para brigar pela Copa do Mundo, estaríamos até agora sem nada. Longa vida ao Go Horse!

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